Ciências Sociopatas Brasileiras

O primeiro passo para impedir que organizações criminosas cheguem ao poder no Brasil, a exemplo das rebeliões ocorridas em São Paulo em 2006, é rever toda a bibliografia do sistema universitário brasileiro, em especial no ramo das ciências sociais que em nada se diferencia da que existe (em forma oral e com maior clareza desde a década de 60) nas penitenciárias de todas as capitais da Federação.

As rebeliões que pararam a capital paulista só aconteceram porque haviam entes de muito poder, uma casta de verdadeiros usurpadores revolucionários, ocupada em viabilizar as ações integradas dos guerrilheiros do Primeiro Comando da Capital. Estes poderosos, na maioria políticos ou ativistas dos direitos humanos e afiliados da ONU, são os mesmos que se atacam e se defendem, simulando uma guerra virtual entre establishment internacional e esquerda engajada, como se fossem coisas diferentes.

Confederação confusa

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) já voltou atrás quanto à sua opinião sobre a entrada da Venezuela no Mercosul. Anunciou oficialmente (no dia 5 de julho) que a relação entre Brasil e Venezuela é importante para os dois países e que nosso país não pode arriscar perder isso por nada desse mundo. A declaração é precisamente o oposto do que a mesma confederação afirmava três dias antes sobre o assunto, quando dizia que a entrada do país de Hugo Chavez ao bloco iria prejudicar a relação do Brasil com países desenvolvidos devido à posição agressiva da Venezuela em relação às potências. A CNI aproveitou para reforçar ainda que tinha a função de informar o governo sobre o perigo do que ele estava por fazer.

Não é de se espantar a tamanha contrariedade com que surgem quase que simultaneamente, duas propostas totalmente controversas vindas da mesma instituição. É certo que não houve uma simples mudança de idéias. Desde que tomou o poder, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem se empenhado em garantir grandes somas, verbas irrecusáveis às únicas forças que poderiam se opor à medidas comunistas tomadas por um presidente: o empresariado e o exército. É fácil, dessa forma, entender o apoio que o governo tem dado à indústria, em medidas como a Supersimples e nas taxas de juros, etc. O exército também não ficou sem o seu. As propagantas do exército na TV deixam claro que há verba generosa. O fato mostra algo ainda mais grave. Tamanha é a ingenuidade do Exército Brasileiro (ou seria cumplicidade?), que, de posse de quantias exorbitantes, não tratou de investir em armamento, como costumeiramente é a maior preocupação das Forças Armadas, mas as destinou para a propaganda. Ainda há uma segunda hipótese, ainda mais grave: Tal é a despreocupação do Exército com propaganda, que só mesmo de posse de uma fortuna incalculável em verbas federais, cogitaram usá-la para este fim.

Enquanto isso, a Venezuela entra no Mercosul e os homossexuais são elevados a entidades intocáveis pelo mesmo governo que dá as mãos à Hugo Chavez, o Sadam do ocidente.

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