A Ideologia Anti-Humana

Dr. Kinsey mantinha relações com pedófilos e foi suspeito de fazer "experimentos sexuais" com diversas crianças.

Aborto, eutanásia, esterelização em massa, apologia gay e até pedofilia são os frutos da crença fundamentalista no controle populacional como solução para todos os problemas humanos.

As Nações Unidas sempre foram favoráveis ao controle de natalidade nos países em desenvolvimento. Em nome disso ela apoia uma infinidade de movimentos anti-reprodutivos e anti-humanos, motivando milhões de pessoas a aderir a militâncias das mais escabrosas para atender aos anseios ideológicos de meia dúzia de intelectuais.

Essas militâncias que a princípio parecem tão irracionais são o resultado da ideologia baseada na ideia de que o número excessivo de seres humanos na Terra seja a causa máxima de problemas como a pobreza, a má distribuição de renda e até a corrupção.

A ONU já foi acusada de fazer testes com vacinas esterelizantes em países africanos e também em países na América Latina, apesar de este último caso não passar de suspeita de alguns médicos.

A ideia de que a diminuição da população terrestre seria a solução para os problemas do mundo começou já no final do século XIX, mas passou a ganhar militância na voz de ativistas feministas como Margareth Sanger. Até hoje, Sanger é a principal referência de movimentos pró-aborto, por todo o mundo. Em um de seus artigos ela afirma: “mais nascimentos entre os mais aptos e menos entre os menos aptos, eis o objetivo do controle de natalidade”.

Ela resume, assim, a ideia originária que motivou a sua militância e antes dela, a de outras teorias eugenistas. Pode-se dizer que o nazismo foi resultado de um dos ramos destas teorias, amplamente difundidas no início do século XX, através de revistas científicas. Assuntos que, em geral, corriam nas universidades e nos centros acadêmicos, só mais tarde elevados à prática por meio de ações institucionais e de governos, aos quais estes teóricos foram influenciando lenta e pacientemente por meio de movimentos sociais.

Alfred Kinsey popularizou os estudos psicológicos acerca do homossexualismo, afirmando, entre outras coisas, que a conduta homossexual devia ser considerada tão normal quanto as condutas sexuais convencionais. Kinsey amparava teoricamente muitas perversões sexuais como a pedofilia. Ele afirmava que o objetivo do sexo é o orgasmo e não a reprodução. Além disso, usou dados fraudulentos para influenciar a opinião pública em seu relatório de 1948, servindo de base para o início dos movimentos gays nos EUA. Naquela época, Herbert Marcuse já havia sustentado que a sexualidade humana era uma questão de papéis meramente sociais não amparados em nada por dados biológicos objetivos.

Kinsey dizia:

"As crianças são sexuais e podem ter orgasmos a partir do nascimento. Elas não
sofrem nenhum dano quando têm relações sexuais com indivíduos da família e
com adultos…"

Talvez não seja coincidência então o fato de haverem tantas denúncias de casos de pedofilia nas Nações Unidas. Bem, o fato é que esta perversão tem sido defendida abertamente por grupos gays dos EUA e, em breve, também no Brasil.

Foram muitas as referências teóricas utilizadas pelo lobby do controle da natalidade baseados na crença de que este era o grande problema da humanidade. É comum ouvirmos opiniões destas até mesmo entre pessoas pouco estudadas, devido uma infiltração natural no senso comum.

Não faltaram os que disseram o contrário, evidentemente. Mas tal como qualquer lobby amplamente amparado por entidades governamentais aliciadas por um assédio constante e contínuo durante décadas, estas ideias gozam hoje de uma quase unanimidade.

O livro lançado na internet por Júlio Severo, As Ilusões do Movimento Gay (http://issuu.com/juliosevero/docs/as_ilus_es_do_movimento_gay#download), traz muitas referências opostas às frequentemente utilizadas.

ONU Participa de Marcha Contra a Homofobia

O GLOBO | Dirigentes das Nações Unidas apoiam a causa gay no Brasil, devido a epidemia de HIV/Aids.

– As Nações Unidas entendem que é fundamental o apoio a essa causa até porque é uma população muito vulnerável a epidemia do HIV – disse o coordenador da Unaids no Brasil, Pedro Chequer.

Chequer foi coordenador do programa de Aids do Ministério da Saúde no governo de Fernando Henrique Cardoso.

Os manifestantes pedem o fim da homofobia e a aprovação imediata do projeto de lei que proíbe a discriminação de homossexuais e que tramita no Congresso.

– Esperamos que o Congresso aprove essa lei (que criminaliza a homofobia) que o Supremo Tribunal Federal (STF) já aprovou. Essa marcha é importante para a população fazer pressão no governo. Vamos colorir o Congresso e trazer mais paz e amor para essa classe social – disse o deputado federal Jean Wyllys (P-SOL-RJ).

Segundo o presidente do Grupo Elos LGBT e coordenador da marcha, Evaldo Amorim, os homossexuais também querem igualdade de direitos, fim da discriminação, fim da violência, cidadania plena, reconhecimento social e respeito.

– Somos milhões de brasileiras e brasileiros, ainda excluídos da democracia e sem nossos direitos garantidos pelas leis do país. Com essa manifestação queremos chamar atenção da sociedade e do Estado para que não mais permitam esse tipo de preconceito aos homossexuais – declarou.

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