Organização abortista ameaça destruir fundação que romperia com doações

A Planned Parenthood of America (PPFA), a maior organização abortista do mundo, quase perde uma de suas principais apoiadoras. A Fundação Susan G. Komen for the Cure, que pesquisa a cura do câncer de mama, ameaçou cortar as doações que mantinha aos abortistas e isso provocou uma reação de toda a imprensa e dos intelectuais de esquerda do país. O resultado foi uma ameaça direta que colocou a fundação em uma situação de refém perante o mundo: “dê-nos dinheiro ou destruiremos vocês”.

A imprensa norte americana ajudou na ameaça e já deu amostras do que é capaz. O New York Times disse que a longa reputação da fundação Komen no apoio à saúde da mulher está em risco devido essa verdadeira “traição da sua missão”. Os diários da Filadélfia, por sua vez, alertam: a credibilidade de Komen será seriamente danificada. O jornal Los Angeles Times diz: a Planned Parenthood presta um grande auxílio a mulheres pobres sem condições e será mais difícil para a fundação Komen pesquisar o tratamento contra o câncer sem essa valorosa ajuda.

O jornal se refere ao comprometimento da entidade abortista em fazer exames de mamografias em suas pacientes como um auxílio na pesquisa para cura do câncer. Mas o motivo da desistência do apoio pela Komen foi justamente a descoberta de que a Planned Parenthood mentia a respeito destes exames e não os fazia. Ao invez disso, a organização mandava as pacientes a outras clínicas das quais extorquiria dinheiro. A acusação foi feita pela portavoz da Fundação Komen, Leslie Aun, em 31 de janeiro de 2012, quando anunciou que iria romper com o financiamento aos abortistas.

Com a ameaça e o ataque maciço da imprensa norte-americana, não há como saber o que a Fundação Susan G. Komen fará. As entidades pró-vida, como a C-Fam, de Austin Ruse, recomendam que parem o apoio à fundação até que se defina a sua atitude.

A Planned Parenthood Federation of America publicou seu relatório financeiro de julho de 2004 a junho de 2005, onde mostra que sua arrecadação total chega a quase 900 milhões de dólares. O relatório evita referir-se à quantidade de mulheres falecidas em suas clínicas como conseqüência dos abortos praticados legalmente, e falsamente oferecidos como “seguros”.

O que disseram os jornais dos EUA (completo): http://www.news-medical.net/news/20120205/3875/Portuguese.aspx

Video oficial do anúncio de 31 de janeiro da Fundação Komen:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=I4oOh6JhayA

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