Zika-Microcefalia: epidemia ou fraude abortista?

vacina

A confusão é tamanha que até a OMS pediu maior transparência nos números fornecidos pelo Brasil. Fica a cada dia mais evidente a contradição entre a incerteza dos médicos e a certeza quase fanática da imprensa.

Parece que a comunidade científica tem ficado a cada dia menos confiável. É só ver as previsões catastróficas do aquecimento global e a neve acumulando-se no Hemisfério Norte. A crença na sua onisciência, porém, não diminui.

Agora a Fiocruz arrumou-se. Ganhou financiamento milionário para auxiliar no desenvolvimento de vacina contra o Zika em conjunto com os Estados Unidos. E os suspeitos de terem contraído o zika vírus ganharão bolsa por causa da consequência imediata e aparentemente inevitável: a microcefalia. Claro que isso será feito após uma investigação. Mas a GloboNews corre na frente e recomenda: se você teve o zika e estiver grávida, corra para se inscrever no benefício. Com bolsa, quem agora vai duvidar que estamos diante de uma epidemia inevitável e seríssima?

Acontece que os casos relacionando zika e microcefalia são pouquíssimos, tendo sido descartados mais de 400 casos, deixando como evidência desta suposta relação, apenas SEIS casos. E o descarte de casos suspeitos só cresce. Os 1.400 casos alarmados na imprensa inicialmente eram, na verdade, apenas o montante de casos suspeitos para análise. A confusão é tamanha que até a OMS pediu maior transparência nos números fornecidos pelo Brasil. Fica a cada dia mais evidente a contradição entre a incerteza dos médicos e a certeza quase fanática da imprensa.

Desde o início, diante da mera suspeita de relação entre o mosquito e a microcefalia, os números de casos suspeitos da deformação já eram amplamente divulgados, portanto tratados pela mídia como certos. Esta é a marca inconfundível de uma fraude, como foi e tem sido no aquecimento global: a elevação de suspeita à certeza e a exploração do medo. Em seguida, vem a solução proposta: uma vacina que levará 4 anos para ser desenvolvida. Enquanto isso, corre dinheiro para verbas milionárias de pesquisa. Eis o porquê de não haver praticamente nenhuma voz médica chamando a atenção para as centenas de suspeitas que pesam sobre a questão.

Uma coisa é a suspeita de fraude, que cresce a cada vez que a imprensa decide falar do assunto, tanto pela incongruência das informações, quanto pela insistência e sensacionalismo das matérias. Outra coisa são as hipóteses de fraude, que são muito difíceis de saber. No momento, quase todas parecem verossímeis, mas difícil conciliar todas elas. Cada uma necessitaria de uma investigação aprofundada. O que podemos fazer no momento, porém, é listá-las em busca de que alguma relação se mostre evidente à medida que as informações se cruzem e se atualizem.

A primeira delas é o lote de vacina da Rubéola, que teria sido aplicado à população sem o devido cuidado (segundo alguns, a data de validade ou simplesmente uma vacinação mal feita). A rubéola, como se sabe, causa má formação no feto e pode ter sido acobertada devido o volume monstruoso de indenizações que ocasionaria.

Outros chamam a atenção para a recente determinação da Anvisa que ocasionou a diminuição do índice de iodo no sal de cozinha. A falta de iodo durante a gravidez é uma das causas de malformações.

Outra suspeita gira em torno do mosquito geneticamente modificado, criado pela empresa britânica Oxitec, que foi contratada pelo governo brasileiro. A contratação envolve uma série de irregularidades, havendo inclusive alegações de que “atendeu a mais objetivos políticos do que técnicos”. Um dos acionistas da empresa é o conhecido eugenista Bill Gates, que já falou publicamente em utilizar mosquitos geneticamente modificados para conter doenças tropicais. O mesmo Bill Gates que é aficcionado por controle populacional.

Sobre o mosquito da Oxitec, há um interessante estudo que põe em dúvida a iniciativa. Leia: Mosquitos Geneticamente Modificados: preocupações atuais (Helen Wallace)

Por cima de tudo isso está a clara intenção de utilizar a situação para fomentar o aborto. Já que o STF aprovou o aborto de anencéfalos, seria a hora dos microcéfalos. Quanto a essa questão (que não indica necessariamente como foi armada a fraude) há também inúmeras evidências de comprometimento com a causa abortista. Isso pode ser evidenciado com uma simples análise das fontes das matérias jornalísticas sobre o assunto, nas quais há inúmeros médicos ligados a laboratórios assumidamente favoráveis à ampliação das leis de aborto no país.

 

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5 opiniões sobre “Zika-Microcefalia: epidemia ou fraude abortista?”

  1. Que triste, tudo isto acontecendo no Brasil, cujos governantes estão pensando somente no dinheiro, sem se importar com toda sociedade brasileira, seja ela rica ou pobre, merece respeito.

  2. A matéria foi muito esclarecedora, pois tinha minhas dúvidas em relação á tudo isso. Mais uma vez o Sistema manipula a população conforme seus interesses e poder, vergonhoso.

  3. Cristian, pretendo publicar um estudo de Astrologia com asteroides, centauros e transnetunianos (não utilizados pela astrologia tradicional) para demonstrar a certeza que eu tenho de que os mosquitos tem, sim, “muita culpa no cartório” e que a próxima lunação vai piorar em muito a epidemia e a proliferação do mosquito.

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