Zika Vírus: guerra biológica ou guerra informativa?

Em 2013, apresentei uma dissertação de mestrado em jornalismo na UFSC sobre o tratamento jornalístico do tema do aquecimento global, no qual apontei que grande parte da cobertura midiática havia tomado hipóteses científicas como conclusões e favorecido a crescente pressão internacional por mudanças econômicas e políticas globais. O favorecimento de agendas internacionais é uma das funções essenciais dos meios de comunicação da atualidade e isso é facilmente comprovável por meio de uma simples análise das agendas favorecidas em uma dada cobertura midiática.

Quem quer que dedique 5 minutos diante da programação da Globo News e da Band News, canais especializados em notícias 24h, isto é, que deveriam apresentar uma diversidade de informações, percebe que o tempo dedicado à questão do zika vírus não deve ser inferior à 80% da programação. Duas soluções já apareceram como possibilidades nestes noticiários: a primeira foi ‘evitar de engravidar’ e a segunda, já nas últimas semanas, o aborto de microcéfalos. Ambas atendem à agenda do controle de nascimentos, estratégia para o controle populacional.

Convém, no entanto, nos certificarmos de que estamos prontos para analisar as informações com certo equilíbrio para não favorecermos hipóteses em detrimento de outras e, com isso, selecionemos informações sem percebermos.

Nessas situações, a melhor postura é aquela que deixa o caminho livre para que as informações adquiridas alcancem o máximo do seu uso ao invés de agarrar logo uma hipótese que coincida com uma postura pessoal mais pessimista ou otimista ou que coincida com nossas crenças apocalípticas. Portanto, neste momento é necessário ir além da análise das informações e dar certa atenção aos critérios para a busca da verdade.

No texto da postagem anterior, mencionei algumas das hipóteses que explicariam a fraude da cobertura sobre microcefalia e zika vírus, entre aquelas que tenho pesquisado. Ao menos duas daquelas hipóteses já tem sido publicadas em blogs especializados em teorias da conspiração (método que acreditam eficientes para combater o globalismo). Estes blogs apresentaram as hipóteses como explicações conclusivas, mais ou menos como fizeram os jornais sobre o aquecimento global. Uma aponta o caso da Oxitec, de Bill Gates, e dos mosquitos geneticamente modificados e outra ao fato do zika vírus ter com depositor internacional, a Fundação Rockefeller, grupos sabidamente interessados no controle populacional. Ambas as hipóteses, porém, tem em comum o fato de sugerirem uma guerra biológica. Isso nos permite agrupá-las desse modo e, com isso, explorarmos outra possibilidade, mais realista e econômica: a guerra informativa.

No caso do aquecimento global, foi muito mais fácil criar uma fraude midiática e científica do que aquecer o planeta. E é assim que os globalistas atuam, comprando consciências, adulterando informações e omitindo para jogar com as emoções das massas.

Não há guerra mais eficiente do que a mentira quando se tem ao seu dispor todos os canais de mídia globais, que sabidamente pertencem aos mesmos grupos e respondem com assustador servilismo a toda ordem vinda de cima. Basta compreender o que é o Project Syndicate para entendermos o tamanho do poder global sobre a mídia, esta sim uma verdadeira conspiração da qual poucos falam.

Portanto, antes de expormos versões conclusivas do que possa estar ocorrendo sobre o zika vírus, creio que temos de ter em mente esta intrincada estrutura política que comanda além de toda a mídia que importa, uma grande parcela da comunidade científica tendo-a subjulgada aos seus caprichos utópicos de transformação das consciências pela via da uniformização das crenças e valores.

A hipótese (ou grupo de hipóteses) da guerra midiática ou informativa, porém, não deixa de fora a possibilidade da guerra biológica real, mesmo porque só é possível fazer-se uma guerra biológica utilizando uma boa dose de mentiras. Mas como hipótese mais conservadora, proponho que até o momento a guerra apenas informativa é mais provável devido às numerosas suspeitas e contradições dos números apresentados, sobre os quais falaremos noutra oportunidade.

O problema essencial da hipótese de guerra biológica é que ela mantém e até potencializa o efeito pretendido pelas agendas anti natalistas: o pânico das mulheres em engravidar e o fomento ao aborto. Tudo indica que a microcefalia foi o mote escolhido para finalmente justificar um horror à reprodução humana.

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